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De Rondônia ao Rio Grande do Sul, visitantes cruzam o país para viver o Festival de Parintins

De Rondônia ao Rio Grande do Sul, visitantes cruzam o país para viver o Festival de Parintins
Foto: Portal do Holanda

Manaus/AM - Muito antes do início das apresentações dos bois Caprichoso e Garantido, o entorno do Bumbódromo já respirava a atmosfera do Festival de Parintins. As filas das galeras reuniram torcedores vindos de diversas regiões do país, que enfrentaram longas viagens para garantir um bom lugar na arena e viver de perto um dos maiores espetáculos culturais do Brasil.

Entre eles estava a técnica de enfermagem Franciane Ferreira, de 43 anos, que saiu de Porto Velho (RO) e escolheu Parintins para comemorar o aniversário. Depois de viajar de barco até a ilha, por cerca de 18 horas, ela afirmou que o esforço valeu a pena. "É minha primeira vez comemorando meu aniversário aqui. Estou amando tudo e este ano o Garantido é campeão novamente", disse. Sobre a longa viagem, resumiu a experiência com bom humor: "Foi perrengue a viagem toda, mas está valendo tudo".

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Franciane Ferreira, de 43 ano, veio de Rondônia. - Foto: Portal do Holanda

Integrando a galera do boi vermelho, Franciane contou que a expectativa foi superada. "É maravilhoso. Estou amando tudo." Ela também aproveitou para convidar outros rondonienses. "Alô, galera de Rondônia, especialmente de Porto Velho. Venham conhecer o Festival de Parintins porque vale super a pena."

Do outro lado da arena, a administradora Giuliana Fletcher, de 28 anos, percorreu cerca de 10 horas de avião até Manaus e depois seguiu de barco para Parintins para realizar o sonho de acompanhar o festival pela primeira vez. Torcedora do Caprichoso, ela chegou cedo para garantir espaço na fila e demonstrou confiança no boi azul. "Não poderia existir abertura melhor. A expectativa é ver o Caprichoso vencer este ano. O Brasil inteiro se reúne hoje para assistir a esse espetáculo", afirmou. Giuliana viajou acompanhada de amigos de Manaus, Parintins e do Pará, formando um grupo unido pela paixão pelo "Touro Negro da Amazônia".

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Giuliana Fletcher, 28 anos, de Porto Alegre. - Foto: Portal do Holanda

Para a visitante gaúcha, o Festival de Parintins também representa um encontro entre culturas. "Quero convidar o pessoal de Porto Alegre e de todo o Sul do Brasil para abrir o coração para a cultura amazônica. É uma festa linda, que acolhe pessoas de todos os lugares e mostra a força da nossa diversidade", destacou.

Histórias como as de Franciane e Giuliana reforçam que o Festival de Parintins ultrapassa fronteiras, reunindo visitantes de todo o país em torno da tradição, da cultura popular e da rivalidade saudável entre Caprichoso e Garantido.

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