O Festival Amazonas de Ópera (FAO) vai além dos palcos e dos espetáculos e se consolida como um importante motor da economia criativa no Amazonas. Enquanto o público acompanha as apresentações, nos bastidores centenas de profissionais são mobilizados em uma ampla cadeia produtiva que movimenta a cultura e a economia do estado.
Na Central Técnica de Produção José Carlos Viana Marques (Zezinho), costureiras, modelistas e técnicos trabalham na confecção de figurinos, adereços e cenários. Todo esse processo envolve mão de obra local e transforma projetos artísticos em produtos culturais, gerando renda e oportunidades de trabalho no setor.
De acordo com dados da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, o festival gerou cerca de 3,6 mil empregos diretos e indiretos em 2025. O impacto econômico no período do evento ultrapassou R$ 99 milhões, impulsionado principalmente pelo turismo e pela movimentação de serviços em Manaus.
A edição de 2026 mantém essa tendência de crescimento, reforçando o FAO como um dos principais eventos culturais da América Latina e um importante gerador de emprego e renda no Amazonas. O festival segue com programação até 31 de maio, fortalecendo a cadeia produtiva da cultura e promovendo desenvolvimento regional por meio da economia criativa.



