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FVS orienta população do Amazonas sobre prevenção da leishmaniose; confira

FVS orienta população do Amazonas sobre prevenção da leishmaniose; confira
FOTO: Divulgação/ FVS-RCP

Manaus/AM - A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) reforçou, nesta sexta-feira (20/03), orientações sobre prevenção da leishmaniose, doença transmitida pelo mosquito-palha. Segundo a instituição, conhecer os sintomas e adotar cuidados diários são passos fundamentais para reduzir os riscos de contágio no estado.

No Amazonas, as condições ambientais favorecem a presença de diversos insetos transmissores de doenças. Entre eles, o mosquito-palha é o principal responsável pela propagação da leishmaniose. A FVS-RCP destaca que informar a população sobre medidas simples de proteção ajuda a diminuir o contato com o vetor.

A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, afirmou que o acesso a informações claras fortalece a prevenção. “Quando a informação chega de forma acessível à população, ela ajuda a orientar práticas simples de proteção no cotidiano e aproxima ainda mais a vigilância em saúde das comunidades”, disse.

Lilian Furtado, gerente de Vigilância de Doenças Transmissíveis da FVS-RCP, reforçou que dialogar sobre a doença contribui para ampliar o conhecimento sobre estratégias de controle. “Promover espaços de diálogo sobre a leishmaniose é fundamental para compartilhar informações atualizadas e fortalecer as ações de prevenção e enfrentamento da doença”, explicou.

A forma mais comum da doença no Amazonas é a Leishmaniose Tegumentar, que provoca feridas na pele com bordas elevadas e fundo avermelhado ou com crostas, geralmente em braços, pernas, rosto e orelhas. Embora essas lesões causem pouca dor, podem demorar a cicatrizar e aumentar de tamanho, e os sintomas podem surgir semanas ou meses após a picada do mosquito.

Para se proteger, a FVS-RCP recomenda manter quintais e abrigos de animais limpos, evitar locais que favoreçam a reprodução do inseto, instalar telas em portas e janelas, usar mosquiteiros, aplicar repelentes adequados e vestir roupas que cubram o corpo em áreas de maior risco. Em caso de feridas suspeitas, a orientação é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima, onde há tratamento disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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