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Magistratura do Amazonas é destaque em Fórum Global de Mulheres no Direito nos EUA

Magistratura do Amazonas é destaque em Fórum Global de Mulheres no Direito nos EUA
Laura Lucas, Nélia Caminha Jorge, Carla Reis e Lidia de Abreu Carvalho - Foto: Divulgação

Uma comitiva de magistradas do Amazonas levou o debate sobre direitos humanos e inovação jurídica ao cenário internacional durante o II Fórum Global de Mulheres no Direito (GFOWL). O evento, realizado entre 3 e 7 de março na Universidade Estadual do Sudeste do Missouri, nos Estados Unidos, reuniu lideranças femininas de diversos países para discutir o futuro do Judiciário.

Entre os principais nomes do encontro, a juíza Lídia de Abreu Carvalho, titular da 4ª Vara Cível de Manaus e presidente da ABMCJ/AM, apresentou uma análise crítica sobre o combate à violência doméstica e ao feminicídio, conectando a realidade brasileira aos desafios globais de proteção à mulher.

A participação amazonense foi encabeçada pelas desembargadoras Carla dos Santos Reis (Presidente do TRE-AM) e Nélia Caminha Jorge (Vice-presidente e Corregedora), que debateram temas na fronteira entre o Direito e a tecnologia:

  • Perspectiva de Gênero e IA: A desembargadora Nélia Caminha Jorge discutiu como a Inteligência Artificial impacta os direitos das mulheres e os novos desafios éticos no Judiciário.

  • Enfrentamento à Violência: A desembargadora Carla Reis focou sua exposição na violência sexual baseada em gênero, enquanto a advogada amazonense e presidente do GFOWL, Laura Lucas, mediou o diálogo sobre protocolos de julgamento com perspectiva de gênero.

O fórum também serviu de palco para uma premiação de prestígio. A desembargadora Nélia Caminha Jorge foi agraciada com o "Global Forum of Women in Law Awards 2026" . O prêmio, concedido pela Newman Educational Foundation, reconheceu sua trajetória marcada pela inovação e pelo impacto institucional na justiça brasileira.

Para a juíza Lídia Carvalho, o evento consolidou a importância do intercâmbio de experiências. Segundo a magistrada, a troca de conhecimentos com juristas estrangeiros é "fundamental para o fortalecimento da rede de proteção no Amazonas" e para o aprimoramento das políticas públicas judiciárias voltadas às vítimas de violência.

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