Manaus/AM -O desenrolar da Operação Erga Omnes trouxe uma mudança de rumo para a situação de Alcir Queiroga Teixeira Júnior. Em manifestação protocolada junto à Justiça, o Ministério Público do Amazonas (MPAM) confirmou que, embora Alcir tenha sido indiciado no Inquérito Policial 7363/2026-24 DIP, ele não faz parte do primeiro grupo de 16 denunciados pela instituição.
Os promotores do GAECO entenderam que o caso de Alcir exige um "aprofundamento probatório" antes de qualquer acusação formal, o que impede a manutenção de sua prisão preventiva neste momento.
As condições impostas para que Alcir Queiroga Júnior deixe a unidade prisional incluem o uso obrigatório de tornozeleira eletrônica para monitoramento constante pelo sistema de justiça; proibição total de contato com os demais nomes citados na Operação Erga Omnes. Retenção em Manaus, ficando proibido de deixar a cidade sem avisar e obter autorização do juiz. Atualização cadastral, com a obrigação de comparecer ao fórum regularmente para justificar suas atividades.
O GAECO reforçou que a investigação sobre Alcir continua ativa e que pretende utilizar provas emprestadas de outros processos de 2025 (como os casos de Bruno Alexandre Candeira e Carlos Victor da Silva) para consolidar a investigação. Esses documentos incluem relatórios de extração de dados de celulares e laudos de entorpecentes que podem, futuramente, fundamentar uma denúncia contra o investigado.
A decisão final sobre a soltura monitorada de Alcir agora depende da análise do Poder Judiciário, que deve avaliar se as medidas cautelares são suficientes para o caso.




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