
(Empresário teve morte encomendada)
Policiais Civis da Delegacia Especializada de Homicídios e Sequestros, prenderam na madrugada desta quinta-feira, os nacionais REINALDO DE SOUZA NUNES, Vulgo “Fino”, JACKSON RIBEIRO DO NASCIMENTO, e PHILIPE PIMENTA CUNHA, todos foram presos e confessaram ter participado do Homicídio do Empresário Eduardo Ferreira Bandeira, 41 anos, o “Cearazinho”, encontrado morto no meio da estrada da Br 010, Km 42 (Itacoatiara), com perfurações de dois tiros, sendo um na nuca e outro na costela.


De acordo com o Delegado Titular da Delegacia de Homicídios e Sequestros, Dr. Paulo Martins, as investigações foram iniciadas logo que o corpo foi encontrado na estrada, e que os investigadores descobriram que o veículo da vítima havia desaparecido. De imediato saíram em busca de informações que levassem até o carro.
Por volta das 11h da manhã, policiais da Especializada conseguiram localizar o veículo abandonado no Novo Reino II, e após alguns relatos de moradores do local, conseguiram prender PHILIPE PIMENTA, que após ser interrogado na Delegacia de Homicídios confessou o crime e delatou os outros envolvidos.

O segundo a ser preso foi JACKSON RIBEIRO que também confessou o crime e levou os policiais até a residência de uma “mulher loira”, que a Polícia não informou o nome, também envolvida no crime, mas que conseguiu escapar momentos antes da presença dos policiais.
O última a ser preso foi REINALDO DE SOUZA NUNES, o “Fino”, que foi preso por volta das 02h da manhã desta quinta feira, no Nova Cidade. “Fino” foi encontrado na casa de um dos seus tios, e portava uma Pistola 40, com 15 munições intactas. Na Delegacia ele também confessou o crime e disse que matou o Empresário após uma encomenda de uma outra pessoa envolvida, que não teve o nome divulgado pela Polícia.
O Dr. Paulo Martins, informou ainda, que “Fino” trabalhava com a vítima há algum tempo, e que usou de sua confiança para matá-lo. O Titular da DEHS relatou ainda que todos os acusados foram flagranteados por homicídio qualificado, e que a caçada para encontrar os outros envolvidos continua, visto que eles são elementos de alta periculosidade, e que não merecem estar vivendo em sociedade.



