An Indian doctor mercilessly be@t up seriously ill patient on his hospital bed after he ‘asked to be spoken to respectfully.
— TweetMonger (@real_uchezender) December 22, 2025
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O governo do estado de Himachal Pradesh, no norte da Índia, determinou a suspensão imediata do médico residente sênior Raghav Narula após a divulgação de um vídeo em que ele aparece agredindo um paciente no Indira Gandhi Medical College (IGMC). O episódio, que gerou indignação internacional, ocorreu na ala pulmonar da unidade de saúde e já é alvo de investigação policial.
A agressão teria começado após um desentendimento verbal entre o médico e o paciente, identificado como Arjun Panwar, de 36 anos. Segundo o relato da vítima, Narula utilizou termos informais e desrespeitosos em hindi para questionar a ausência de exames e o motivo da hospitalização.
Ao solicitar um tratamento mais cortês e questionar se o profissional agiria da mesma forma com seus familiares, Panwar foi atacado. As imagens gravadas no local mostram o médico desferindo socos repetidos contra o rosto e a cabeça do paciente, que estava deitado no leito e tentava se proteger com as mãos. O ataque resultou em ferimentos e sangramento nasal.
O Superintendente Médico do IGMC confirmou o afastamento do residente e informou que uma auditoria preliminar já o considerou culpado por conduta inadequada. O caso escalou até o Ministério da Saúde da região, que exigiu um relatório detalhado para aplicar sanções administrativas rigorosas.
"A gravidade do episódio exige medidas severas para garantir que a ética médica e a segurança dos pacientes sejam preservadas em nossas instituições", declarou o órgão ministerial em nota.
Em depoimento preliminar, Raghav Narula alegou que não teve a intenção de iniciar a violência física, sustentando que foi provocado pela rudeza do paciente. O médico afirmou que apresentará sua versão completa durante o inquérito policial.
A polícia local registrou a queixa formal por agressão física e aguarda a conclusão dos laudos médicos e depoimentos de testemunhas para finalizar o caso. O incidente reacendeu o debate sobre o despreparo emocional de profissionais de saúde em instituições públicas e a vulnerabilidade de pacientes em atendimento.

