SÃO PAULO - Um exame de feito pelo Instituto de Criminalística de São Paulo concluiu que o que atingiu e o garoto , de 5 anos, na noite de Ano Novo, não saiu da arma do principal apontado pela polícia. O delegado Antônio Sucupira Neto, responsável pelas investigações, .
— Ou seja, o projetil que atingiu e matou o menino Arthur não saiu da arma que estava de posse, na noite de réveillon, com o suspeito. Com essa negativa desse exame, ele deixa de ser suspeito para a Polícia Civil — disse o delegado.
Wesley da Costa Fernandes, de 21 anos, que chegou a ser preso na terça-feira, disse em seu depoimento que efetuou os disparos para o alto para comemorar o Ano Novo somente na região onde mora, cerca de 30 quilômetros do local da tragédia, no Jardim Taboão, na Zona Sul da capital paulista.
Na madrugada de quarta-feira, algumas horas depois da prisão de Fernandes, o juiz Paulo de Abreu Lorenzino determinou a soltura do suspeito alegando na decisão que "restou evidenciada a desnecessidade da prisão cautelar de WESLEY durante o processo, seja pela primariedade do agente (bons antecedentes), como por possuir emprego registrado e lícito, assim como residência fixa".
A polícia localizou Fernandes após uma denúncia ter apontado que o jovem manifestou preocupação com as repercussões do caso, afirmou o delegado Antônio Sucupira Neto, que aguarda receber nesta sexta-feira imagens da câmera de segurança de um morador da rua onde Arthur foi atingido. As imagens também devem ajudar nas investigações.
Arthur foi ferido na parte superior da cabeça pelo disparo de um revólver calibre 38 e morreu na tarde de segunda-feira, 1º de janeiro. Os pais do menino prestaram depoimento e .

