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Menino de 2 anos defeca preservativos em creche; casa da família não tinha água nem comida

Menino de 2 anos defeca preservativos em creche; casa da família não tinha água nem comida

A mulher de 26 anos que havia sido presa em flagrante na tarde da última quinta-feira (14), no município de Cerquilho, interior de São Paulo, recebeu o direito de cumprir prisão domiciliar. A decisão foi tomada pela Justiça durante audiência de custódia realizada nesta sexta-feira (15).

A prisão ocorreu após o filho da investigada, um menino de apenas 2 anos, apresentar severas dificuldades para evacuar e acabar defecando dois preservativos no banheiro da creche onde estuda.

O caso veio à tona quando a diretora da unidade de ensino notou a situação e acionou imediatamente as forças de segurança. Uma operação conjunta — envolvendo as polícias Civil e Militar, além da Guarda Civil Municipal — foi montada para resgatar a criança e averiguar as condições em que ela vivia.

Ao chegarem à residência da família, localizada no bairro Parque das Árvores, as equipes constataram um cenário extremo de insalubridade. Segundo os relatórios oficiais, a casa estava tomada por fezes, e os filhos da suspeita não tinham acesso a água ou alimentação.

No momento da abordagem, a mãe apresentou comportamento agressivo, resistiu à prisão e feriu a si mesma, sendo descrita pelos policiais como "totalmente transtornada e fora de si".

A Polícia Civil abriu um inquérito para apurar as circunstâncias do ocorrido. O foco principal da investigação é determinar se o menino de 2 anos sofreu estupro de vulnerável ou se engoliu as camisinhas acidentalmente devido à grave negligência e falta de cuidados no ambiente doméstico.

O histórico da mulher aponta que ela já havia sido alvo de denúncias anteriores por violência e maus-tratos contra os filhos.

O caso foi registrado na Delegacia de Cerquilho sob as tipificações de maus-tratos, estupro de vulnerável e desacato.

Além do menino de 2 anos, as outras duas crianças que viviam na residência, de 4 e 8 anos, também foram resgatadas pelas autoridades devido às condições subumanas do local. Todos os três irmãos foram formalmente entregues aos cuidados do Conselho Tutelar do município, que acompanha o caso.

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