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Vizinhos e perícia desmentem versão de suicídio em caso da PM Gisele morta em SP

Vizinhos e perícia desmentem versão de suicídio em caso da PM Gisele morta em SP
Gisele e o suspeito - Foto: Divulgação

A morte da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, ocorrida no dia 18 de fevereiro em um apartamento no bairro do Brás, segue sob investigação e apresenta fortes indícios de homicídio.

De acordo com a perícia, o pescoço da vítima tinha marcas de dedos e unhas, reforçando a tese de que Gisele foi asfixiada antes de receber um disparo na cabeça. O principal suspeito é o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos.

Em depoimento, o oficial afirmou que estava no banho no momento em que ouviu o disparo. No entanto, os primeiros bombeiros que chegaram ao local relataram que ele estava seco e não havia marcas de água no chão do apartamento, o que contradiz sua versão.

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A investigação também considera relatos da família: Gisele já havia confidenciado episódios de violência doméstica e afirmado que pretendia deixar o marido por não suportar mais a situação. No mesmo dia da morte, ela chegou a ligar para o pai pedindo que fosse buscá-la.

Além disso, uma vizinha declarou ter ouvido o tiro cerca de 30 minutos antes da primeira ligação feita pelo tenente-coronel à emergência, informando que a policial havia se ferido.

O caso levanta sérias questões sobre violência contra mulheres dentro das corporações e reforça a necessidade de apuração rigorosa para garantir justiça à soldado Gisele Alves Santana.

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