A Halliburton e a Shape Digital firmaram uma colaboração estratégica para ampliar a gestão digital do desempenho de ativos na produção, em um cenário de sistemas cada vez mais complexos e interconectados. A proposta é unificar inteligência de subsuperfície e de superfície para dar às equipes uma visão integrada de reservatórios, poços, redes, equipamentos e segurança, apoiando decisões mais rápidas e consistentes ao longo do ciclo de vida da produção.
Segundo Tony Antoun, vice-presidente sênior de Landmark Software and Services, da Halliburton, "no centro dessa colaboração está a capacidade de conectar decisões ao longo de todo o sistema de produção".
Para ele, "a integração entre inteligência de subsuperfície e de superfície ajuda nossos clientes a planejar com confiança, adaptar-se às mudanças e executar de forma mais consistente ao longo do ciclo de vida do ativo".
"Junto com a Halliburton, levamos inteligência operacional e IA aplicada para o contexto de sistemas reais de produção", avaliou o CEO da Shape Digital, Felipe Baldissera. "Essa colaboração contribui para um melhor planejamento, operações mais eficientes e melhores resultados em segurança em escala."
A integração busca conectar planejamento de produção, eficiência energética e integridade de ativos, com atualizações contínuas a partir de dados operacionais e análises de IA sobre comportamento e confiabilidade de equipamentos. A expectativa é reduzir a fragmentação de fluxos de trabalho e aproximar insight e execução, com alinhamento mais rápido entre operações, manutenção, segurança e engenharia.
"Ao conectar inteligência de subsuperfície e superfície, essa abordagem ajuda operadores a lidar com a complexidade, manter a consistência operacional e maximizar o desempenho ao longo de todo o ciclo de vida dos ativos", explicam as empresas.



