Enquanto a corrida presidencial esquenta com a oficialização da chapa Lula-Alckmin, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acaba de divulgar mudanças importantes no financiamento de campanha. As novas regras, que valem para as Eleições Gerais de 2026, trazem mais agilidade, inclusão e fiscalização.
🔍 7 principais novidades para quem quer doar ou acompanhar as contas:
Pix mais simples – não é mais necessário emitir recibo eleitoral para doações via Pix, mas a identificação do doador continua obrigatória.
Conta de campanha digital – abertura de contas bancárias eleitorais poderá ser feita por meios eletrônicos, com assinatura digital e validação de identidade.
Transparência mantida – mesmo com simplificações, os registros das doações e a rastreabilidade dos recursos seguem rigorosos.
Criptomoedas seguem proibidas – moedas virtuais não são permitidas como forma de doação eleitoral.
Mais inclusão – reserva mínima de recursos do Fundo Eleitoral e Partidário para candidaturas de mulheres, pessoas negras e indígenas (30% para cada grupo) é reforçada.
Prestação de contas mais clara – procedimentos foram aperfeiçoados para tornar a comprovação financeira mais objetiva.
Combate à violência política – pela primeira vez, recursos de campanha poderão ser usados em ações de proteção e segurança de candidatos.
⚠️ Fique atento aos limites:
Pessoa física pode doar até 10% do rendimento bruto do ano anterior;
Doação de bens: até R$ 40 mil ;
Acima de R$ 1.064,10 , a doação em dinheiro exige transferência eletrônica ou cheque nominal;
Pessoas jurídicas, fontes estrangeiras e criptomoedas continuam proibidas.
A regra de ouro? Use meios identificáveis (como Pix vinculado ao CPF), respeite os limites e mantenha tudo registrado. Doações irregulares podem resultar em multa de 100% do valor e até em acusação por abuso de poder econômico.


