Manaus/AM - O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) negou, nesta sexta-feira (27), que esteja analisando o encaminhamento da influenciadora Patixa Teló para uma casa de acolhimento. A informação surgiu após vídeos atribuídos a Carlinhos Maia circularem nas redes sociais, sugerindo que a criadora de conteúdo poderia ser afastada do convívio social por decisão judicial. A informação é do Portal Leo Dias.
Em nota oficial, o órgão explicou que “não procede a informação” sobre qualquer análise de restrição de liberdade e reforçou que não houve pedido de constrição da influenciadora. O MPAM acrescentou que não manteve diálogo ou tratativas com influenciadores digitais sobre o caso, e que o processo tramita sob sigilo judicial.
O caso ganhou repercussão após declarações de pessoas próximas a Patixa Teló, incluindo um vídeo em que a influenciadora afirma que “o juiz chegou aqui para me levar”, o que gerou forte mobilização entre seguidores e dividiu opiniões online. O MP ressaltou que sua atuação visa proteger direitos e garantir dignidade e autonomia, especialmente em situações de vulnerabilidade.
Patixa Teló se tornou conhecida nas redes sociais por vídeos espontâneos e bem-humorados, acumulando milhares de seguidores. Com a manifestação oficial do Ministério Público do Amazonas, as informações sobre um possível acolhimento institucional perdem força, e até o momento não há qualquer decisão pública que determine medidas nesse sentido.
Veja nota na íntegra:
"NOTA À IMPRENSA
Em relação às notícias que circulam sobre a influenciadora Patixa Teló, o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), por meio do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Cíveis (CAO-Cível), esclarece que não procede a informação de que este órgão esteja analisando o seu encaminhamento para uma casa de acolhimento, ressaltando que, em nenhum momento, houve qualquer pedido de constrição da liberdade da influenciadora por parte deste Ministério Público.
O processo em questão tramita sob sigilo judicial, razão pela qual detalhes adicionais não podem ser fornecidos, e reitera-se que esta instituição não manteve qualquer diálogo ou tratativa com influenciadores digitais sobre o tema.
Cabe destacar que o Ministério Público, em se tratando de pessoas em situação de vulnerabilidade, sempre atuará para proteger e garantir os direitos e interesses dessas pessoas, resguardando sua dignidade e autonomia, em conformidade com a legislação vigente.
Elvis Chaves
Chefe de Comunicação do MPAM"

