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Crença no hexa aumenta 10 pontos, mas maioria ainda não acredita em título da seleção, diz Quaest

Reuters
Crença no hexa aumenta 10 pontos, mas maioria ainda não acredita em título da seleção, diz Quaest
Crença no hexa aumenta 10 pontos, mas maioria ainda não acredita em título da seleção, diz Quaest

SÃO PAULO, 11 Jun (Reuters) - A crença na conquista do hexacampeonato mundial pela seleção brasileira na Copa do Mundo que começa nesta quinta nos Estados Unidos, México e Canadá teve alta significativa em relação a abril, mostrou pesquisa da Quaest, embora a maioria ainda não acredite que os convocados pelo técnico italiano Carlo Ancelotti conseguirão trazer o troféu para o Brasil pela sexta vez.

De acordo com o levantamento, 35% acreditam no hexa, contra 25% na pesquisa anterior em abril, ao passo que 56% não acreditam no título, ante 68% descrentes na pesquisa anterior. Os que não sabem ou não responderam somam agora 9%, ante 7% na pesquisa anterior.

Entre os que não acham que o Brasil será novamente campeão do mundo após 24 anos -- a última vez foi em 2002 -- 3% apostam em uma derrota na final, 8% acham que a seleção para nas semis, 23% acreditam que o Brasil chegará somente até às quartas de final, 10% veem o time caindo nos primeiros mata-matas e 7% entendem que a seleção não passará da fase de grupos.

A Copa começa nesta quinta-feira com a partida inaugural entre México e África do Sul na Cidade do México. Já o Brasil estreia no sábado contra Marrocos, em Nova Jersey. O Brasil está no Grupo C do Mundial ao lado de, além de Marrocos, Haiti e Escócia.

O levantamento mostrou ainda que a maioria dos entrevistados aprova o trabalho que Ancelotti, primeiro treinador estrangeiro a comandar o Brasil em uma Copa, vem fazendo à frente da seleção, assim como sua decisão de convocar o atacante Neymar para o Mundial.

De acordo com a pesquisa, 58% dos entrevistados aprovam o trabalho do treinador italiano, ante 41% em abril, ao passo que 14% desaprovam, ante 29%, enquanto 28% não souberam ou não responderam, contra 29%.

Já em relação a Neymar, que vem sofrendo com problemas físicos, se apresentou lesionado à seleção e deve ficar fora do jogo de estreia da equipe, 53% disseram aprovar sua convocação, ante 47% em abril, enquanto 38% a desaprovaram, ante 45% na pesquisa anterior. O percentual dos que não sabem ou não responderam foi de 9%, ante 8%.

A Quaest ouviu 2.004 pessoas entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais

(Por Eduardo SimõesEdição de Tatiana Ramil)

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