Por Nick Mulvenney
MIAMI, 23 de junho (Reuters) - O capitão Andy Robertson afirmou que a Escócia fará tudo ao seu alcance para dar ao “Tartan Army”, apelido da sua torcida, um bom motivo para esgotar as bebidas de Miami, após o confronto da Copa do Mundo desta quarta-feira contra o Brasil.
De volta ao principal evento do futebol pela primeira vez em 28 anos, os torcedores da Escócia têm sido um dos destaques do torneio, com os moradores locais abraçando sua maneira característica de torcer pela seleção.
Os bares de Boston, onde os escoceses disputaram suas duas primeiras partidas, relataram que ficaram quase sem cerveja na semana passada, e Robertson acredita que os estoques em Miami poderão passar por um desafio semelhante caso a Escócia derrote o Brasil e se classifique para os 16 avos de final.
“Nossos torcedores são os melhores do mundo. Onde quer que vão, as pessoas se apaixonam por eles”, disse o lateral-esquerdo do Liverpool, que está de saída para o Tottenham, aos repórteres nesta terça-feira.
“Acho que vocês viram o quanto toda a cidade de Boston se apaixonou pelo Tartan Army e acho que estão arrasados agora que eles foram embora".
“Agora, obviamente, eles vêm para Miami tentando causar o mesmo impacto e acho que conseguiram. Obviamente, o beisebol de novo ontem à noite (segunda-feira), as pessoas andando pelas ruas e tudo mais.”
Robertson passou grande parte de sua entrevista coletiva elogiando as qualidades dos brasileiros e foi extremamente cauteloso ao prever a primeira vitória da Escócia sobre os pentacampeões mundiais em cinco tentativas na Copa do Mundo.
“Se conseguirmos vencer o Brasil — estou usando suas palavras agora —, se conseguirmos vencer o Brasil, então tenho certeza de que talvez o Tartan Army tome algumas cervejas, isso é certo”, disse, com deliberado eufemismo.
“Mas é isso que esperamos, porque queremos dar a eles um motivo para comemorar. Queremos dar a eles um motivo para ficarem felizes e, obviamente, se vencermos o jogo, teremos feito história."
"Acho que todo o Tartan Army quer isso, e seria algo para comemorar, mas ainda estamos muito longe disso neste momento. Espero que, quando chegar a hora, estejamos mais perto."
(Reportagem de Nick Mulvenney)



Aviso