Israel lançou uma nova onda de ataques contra o Irã na noite de sábado (28), no horário do Brasil, e na manhã de domingo (1), no horário local, provocando explosões na capital, Teerã, segundo a mídia estatal. A ação, coordenada com os Estados Unidos, teve como alvo um local que, de acordo com as Forças de Defesa de Israel (IDF), armazenava mísseis balísticos Ghadr H-1 carregados com “centenas de quilos de explosivos”.
“As operações degradaram significativamente a capacidade ofensiva do regime iraniano. Isso impediu numerosos lançamentos que representavam uma ameaça aos civis do Estado de Israel e ao Oriente Médio em geral”, afirmou um porta-voz das IDF. Testemunhas relataram fumaça sobre Teerã e ouviram explosões durante a ação militar.
Durante a ofensiva, notícias confirmaram a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, assim como de sua filha, genro e neto, segundo agências iranianas. A situação elevou a tensão na região, aumentando o risco de novos confrontos entre Irã, Israel e seus aliados.
Analistas apontam que, sem Khamenei, o Irã enfrenta um período de instabilidade política. Apesar disso, o país busca manter seu regime intacto, enquanto a comunidade internacional acompanha com preocupação os desdobramentos da escalada militar no Oriente Médio.

