A Marinha da França, com apoio do Reino Unido, interceptou um petroleiro sob sanções internacionais que viajava a partir do porto da Rússia de Murmansk, no mais recente esforço de países que apoiam a Ucrânia para atingir as exportações de petróleo russas que ajudam a financiar a guerra iniciada pelo presidente russo, Vladimir Putin.
O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou a interceptação dizendo que o navio-tanque Tagor foi abordado no domingo, 31, a mais de 400 milhas náuticas a oeste da França, em águas internacionais no Atlântico. "É inaceitável que embarcações contornem sanções internacionais, violem o direito do mar e financiem a guerra que a Rússia vem travando há mais de 4 anos contra a Ucrânia", disse. "Esses navios, que não respeitam as regras mais elementares de navegação marítima, também são uma ameaça ao meio ambiente e à segurança de todos", acrescentou.
Respondendo à interceptação francesa, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que a Rússia "considera tais ações ilegais". "Elas beiram a pirataria. Discordamos absolutamente de que estejam sendo realizadas em plena conformidade com o direito internacional", criticou.
A receita do petróleo é uma parte fundamental da economia russa, permitindo que Putin despeje dinheiro no esforço de guerra contra a Ucrânia sem agravar a inflação e evitando um colapso cambial. Acredita-se que a Rússia esteja usando uma frota de centenas de navios para driblar as sanções internacionais impostas por causa da guerra.
A França e outros países prometeram reprimir essa chamada "frota sombra" que burla sanções. Entre os petroleiros previamente interceptados pela França está o Deyna, abordado no Mar Mediterrâneo em março. Outro petroleiro, o Grinch, interceptado no Mediterrâneo em janeiro, foi liberado em fevereiro após pagar uma multa de vários milhões de euros. Fonte: Associated Press .
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado




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