Uma ofensiva militar americana realizada neste domingo (1º) resultou na destruição de nove navios da Marinha iraniana, em um dos ataques mais contundentes desde o início da escalada entre Estados Unidos e Irã. A ação, confirmada pelo presidente Donald Trump, envolveu o porta-aviões USS Abraham Lincoln e o destróier lança-mísseis USS Frank E. Petersen Jr., que dispararam contra alvos estratégicos no Golfo Pérsico.
Segundo fontes do Pentágono, além dos navios, parte do quartel-general naval iraniano foi atingida. Trump declarou que os EUA “vão atrás do resto”, sinalizando que novas ofensivas podem ocorrer nos próximos dias.
"Vamos atrás do resto. Eles logo estarão boiando no fundo do mar também! Em outro ataque, destruímos grande parte do Quartel-General Naval deles. Tirando isso, a Marinha deles está indo muito bem!", escreveu Trump em sua rede social.
Em resposta, o Irã lançou ataques contra bases americanas no Iraque, Bahrein, Catar e Emirados Árabes Unidos. Relatos iniciais apontam mortos e feridos, mas os números ainda não foram confirmados oficialmente. Imagens de agências internacionais mostram explosões e colunas de fumaça em áreas próximas a instalações militares.
A operação marca o segundo dia consecutivo de confrontos diretos entre Washington e Teerã, elevando o risco de um conflito regional em larga escala. Analistas internacionais alertam que a escalada pode impactar diretamente os mercados globais de energia, já que o Golfo Pérsico concentra parte significativa da produção e exportação de petróleo mundial.
O episódio reforça a gravidade da crise e coloca em xeque a estabilidade política e militar no Oriente Médio, com repercussões imediatas nas relações internacionais e na segurança global.

