Manaus/AM- Neste domingo (7), a Prefeitura de Manaus atuou, de forma integrada, para garantir a organização durante o primeiro turno das eleições gerais na cidade.
Ações de fiscalização do transporte, trânsito e mutirões de limpeza foram realizados por equipes da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização no Trânsito (Manaustrans) e Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp).
Mais de 70 fiscais e vistoriadores do SMTU atuaram em vários pontos estratégicos na Operação Eleições 2018, desde às 4h, para garantir a normalidade e funcionamento da frota de ônibus. Os profissionais estiveram em todos os terminais de ônibus, estações de bairros, garagens das empresas e saídas para estrada AM-010, bem como na Ponte Phelippe Daou.
No sábado (6) foi publicado o decreto que regulamentou a Lei nº 2.342, assinada pelo prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, que garantiu a gratuidade da tarifa de transporte público para o primeiro turno das eleições de 2018.
O Manaustrans também esteve em todas as zonas da cidade, com mais de 300 agentes de fiscalização, que contribuíram para a fluidez do trânsito e o acesso dos eleitores às zonas eleitorais de forma organizada.
A gratuidade na tarifa dos ônibus agradou os eleitores que pontuaram a importância desse direito. Já o militar
Didel Martins saiu do trabalho diretamente para exercer seu direito democrático.
Aproximadamente 100 agentes de limpeza da Prefeitura de Manaus iniciam, a partir das 19h deste domingo, uma força-tarefa para retirar panfletos de cunho político espalhados pelas ruas da cidade neste dia de eleição.
Equipes de fiscais da Semulsp detectaram diversos pontos da cidade, principalmente nas proximidades de Zonas Eleitorais, tomados por panfletos com mensagens políticas e apócrifas.
Nas últimas eleições, em 2016 e 2017, a Prefeitura não registrou casos de derrames de “santinhos” nas ruas. O último problema desse tipo que a Semulsp enfrentou foi durante o pleito de 2014, em que a cidade também foi tomada por folhetos e os conhecidos “santinhos” políticos.

