
Criado pela Resolução nº 002/2005, de 21 de janeiro de 2005 e já ter consumidormmais de R$ 4 milhões, o Centro de Pesquisa e Produção de Medicamentos (Cepram) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), até o momento ainda não fabricou um único comprimido para dor de cabeça.
Pelo menos foi o que constatou, através de uma funcionárioa do órgão, a equipe de reportagem do Portal do Holanda, que na semana passada esteve no local para saber a respeito do Cepram.
- É aqui que funciona a fábrica de medicamentos da Ufam? indagou o repórter.
- Sim, mas não funciona, respondeu timidamente a funcionária responsável pelo expediente da fábria, uma espécie de galpão, localizado ao lado da fábrica de biodisel, na estrada de acesso à Faculdade de Psicologia.
Embora o projeto tenha sido contemplado com recursos da ordem R$ 3,5 até no ano de 2010, a fábrica continua improdutiva mesmo com suas instalações físicas concluídas em 2013, ou seja, há 10 anos.
Em entrevista concedida aos veiculos de comunicação locais, em 2010, o então prefeito do campus universitário, Marco Antônio Mendonça, foi enfático ao afirmar que o Cepram dependia de pelo menos R$ 10 milhões para funcionar.
À época, Marco Antonio justificou que esses recursos seriam destinados à compra de equipamentos.
Apesar de não ainda não existir de fato e de direito, o Cetram é dono de sólida estrutura de pessoal, conforme pode ser nisto no site da intituição

