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Governo e sindicatos marcam data de reunião sobre data-base dos servidores da Susam

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Governo e sindicatos marcam data de reunião sobre data-base dos servidores da Susam
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Manaus/AM - A Mesa Estadual de Negociação Permanente do SUS, que foi reinstituída para tratar da data-base dos servidores da Secretaria de Estado de Saúde (Susam), marcou a primeira reunião ordinária para o próximo dia 26 de março. A mesa foi instalada oficialmente, na quinta-feira (15), em reunião extraordinária, conduzida pelo secretário Estadual de Saúde, Francisco Deodato, que deu posse aos membros representantes do Governo do Estado e dos sindicatos representantes dos servidores.

Conforme aprovado pelos membros, as reuniões da mesa de negociação, a partir de agora, serão no Centro de Convenções Vasco Vasques, sob a coordenação geral do secretário Executivo Adjunto da Susam, Orestes de Melo Filho.

A Mesa não se reunia desde 2015 e está sendo reativada pelo novo Governo do Amazonas, para ser o instrumento legal onde se darão as negociações, não apenas sobre a data-base da categoria,  que é maio, mas também sobre a efetivação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR), dentre outras questões envolvendo os servidores da saúde.

De acordo com Francisco Deodato, a retomada da Mesa de Negociação Permanente do SUS, além de ser um compromisso do governador Amazonino Mendes com os servidores, está inserida no processo de reconstrução da saúde no estado.

“O compromisso do novo governo com o servidor existe desde o dia em que assumimos. Já tomamos uma série de medidas, como o estabelecimento do auxílio-alimentação para todos os servidores, indistintamente, coisa que nunca existiu. Já instalamos a Mesa de Negociação e estamos retomando o PCCR, que estava parado há cinco anos”, ressaltou Francisco Deodato.

Diálogo e participação - Para o secretário, os problemas encontrados pela atual gestão não serão resolvidos sem a participação dos servidores. Por isso, as negociações devem ir além da questão da data-base, em maio. “O governo chegou dizendo que queria o diálogo, que íamos reconstruir as condições dos trabalhadores de saúde e estamos fazendo isso. Agora, junto com os sindicatos, na Mesa de Negociação, isso será mais fácil. Porque nós não estamos falando só de salário, estamos falando de condições de trabalho, de Plano de Cargos e Carreiras, de direitos que os trabalhadores não têm há mais de quatro anos”, enfatizou.

 

 

 

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