O Governo Federal perdeu a queda de braço com as empresas de Revitalização do Porto de Manaus e Estação Hidroviária para administrar o único porto público do Amazonas. O contrato de concessão com as duas empresas foi mantido. A justiça acatou o argumento de que havia interesse politico-eleitoral envolvido na decisão do Dnit de retomar o porto, assim como prejuízos com a interrupção abrupta de contratos antigos que vinham sendo normamente executados, entre outros. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União que circula nesta quarta-feira.



