Manaus/AM- O cuidado com portadores de transtornos mentais é tarefa de toda a sociedade, por isso sua discussão não pode se restringir aos muros dos órgãos de saúde. Esse é o posicionamento que a Rede de Atenção Psicossocial do Amazonas (RAPs) vai defender no 1º Simpósio Intersetorial “Para além dos muros institucionais: trabalhando as minorias”. O evento será realizado nesta quarta-feira, 17, às 8h, no auditório João Bosco Ramos de Lima, na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALE-AM), na Avenida Mário Ypiranga, bairro Parque Dez, zona Centro-Sul de Manaus.
Para Luciana Diederich, coordenadora da RAPs, não adianta fechar hospícios sem mudar a forma de enxergar a loucura. Segundo ela, o desafio que está posto é pensar outras formas de vivência para portadores de transtornos mentais que não seja o isolamento social. E o primeiro a superar esse desafio é o próprio poder público, defende a psicóloga.
Além da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (Susam), são parceiras do evento as secretarias de Cultura (SEC), Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) e dos Direito da Pessoa com Deficiência (Seped).
Durante a manhã, após a mesa de abertura, serão realizadas conferências abordando temas como direitos humanos para moradores de rua com quatro de transtorno mental, violência sexual contra crianças e adolescentes e redes de trabalho com minorias.

