O voto vista do conselheiro Lúcio Alberto de Lima Albuquerque, negando provimento ao recurso do Ministério Público de Contas, que defendia a transformação da Fundação Amazonas Sustentável em um órgão do governo, submetido ao regime de administração pública, foi o vencedor. A representação do MPC nasceu da constatação de que há muitos dinheiro regando as contas da FAS e que não existe nenhum controle sobre o seu uso.
