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Amazonas pode perder 4 deputados federais

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Por Coluna do Holanda
29/03/2017 às 00h46 — em Coluna do Holanda
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 A representação popular é a base de uma democracia, mas o Poder Legislativo deve ter o tamanho da capacidade do contribuinte  de sustentá-lo. Por isso o Projeto que eleva o número da representação na Assembleia Legislativa do Amazonas (de 24 para 30) e da bancada federal ( de 8 para 10), não entusiasma. Nem deve prosperar diante de bancadas de outros Estados, que perderiam representividade no Parlamento. 

Mais palatável é outro projeto de Emenda Constitucional, que também tramita no Senado. De autoria do senador Alvaro Dias, a PEC 39/2016  reduz o número de deputados federais para 405. Os estados menos populosos, como o Amazonas, que contam com 8 ficariam com apenas 4 e os mais populosos encolheriam de 70 para 50.
A Assembleia Legislativa ficaria menor, porém mais enxuta e muito provavelmente mais qualificada.
 
BARBALHO SOFRE PRESSÃO EM MANAUS

 Convidado de honra do governador José Melo para a entrega dos kits de ajuda humanitária para os quatro municípios do rio Juruá em situação de emergência, o ministro Helder Barbalho andou se esquivando de ‘esbarrões’ com correligionários do seu partido, que são opositores ferrenhos do governador. Por isso, Barbalho manteve-se estritamente dentro da postura protocolar de representante do governo federal, para evitar ser envolvido em ‘fofocas’ políticas locais.  

“NÃO É DITADURA”

Uma comissão de servidores do Hemoam compareceu ontem à Assembleia Legislativa para protestar contra mensagem governamental que impunha a escolha, por via indireta, do diretor-presidente do órgão.

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Da tribuna, o deputado Sabá Reis (PR) arrancou aplausos dos servidores ao anunciar a retirada da mensagem da pauta de votação. “O governo Melo não é ditadura e sabe quando deve recuar, atendendo à vontade democrática da população”, disse ele.
 
SINETRAM EXPLICA GASTOS
 
Depois de denunciar ilicitude na compra de combustível pelas empresas de transporte público de Manaus, o vereador Marcelo Serafim obteve como respostas que todos os gastos realizados pelas empresas são monitorados permanentemente pela SMTU, através das notas fiscais e das informações online, repassadas através do sistema operacional. Marcelo foi formalmente convidado a ir à sede do Sinetram verificar in loco toda a documentação.

OBRAS FANTASMAS
 

O consórcio Conaltosol, que já foi condenado pelo TCE, em maio do ano passado, a devolver R$ 4 milhões, de um contrato de R$ 34,9 milhões para obras no Alto Solimões, está ‘recheando’ hoje a pauta do TCE com nada menos que 29 prestações de contas de convênios, de 2003, 2005 e 2006. O processo que apura o escândalo das “obras fantasmas” do Alto Solimões foi movido em 2008 pelo MPE, mas em maio de 2012, a juíza Etelvina Braga decidiu suspendê-lo, até que o TCE julgue os contratos e convênios ligados ao caso. Até então, havia pendentes de julgamento 93 convênios firmados entre o Governo do Amazonas e o Conaltosol, no período de 2004 a 2009.

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Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.

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