Uma rã aquática foi chamada por seus cientistas de Romeo vive em um museu na Bolívia.
Cientistas procuram uma possível Julieta para a rã afim de salvar sua espécie ao criar um perfil do anfíbio em site de relacionamentos.
Segundo pesquisadores, as rãs aquáticas vivem em torno de 15 anos.
Clonagem é última saída
Mas, se não houver forma de conseguir um par para ele, Muñoz não descarta a possibilidade de recorrer à clonagem para salvar este anfíbio particularmente ameaçado pela mudança climática, introdução de predadores como a truta e, sobretudo, pelo fungo quitrídio (Batrachochytrium dendrobatidis).

