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Doença rara faz jovem sentir ‘maior dor que um ser humano pode suportar’

  Doença rara faz jovem sentir ‘maior dor que um ser humano pode suportar’
Doença rara faz jovem sentir ‘maior dor que um ser humano pode suportar’

Paige Hewitt, 23, sofre de uma doença rara que causa dores insuportáveis no joelho esquerdo, bem semelhante a dor da pele ser queimada pelo fogo.

Devido a condição, a mulher é obrigada é dormir ao lado de um congelador , mesmo em dias de muito frio. A britânica foi diagnosticada com o síndrome de dor complexa regional, os especialistas acreditam que quem sofre dessa patologia sofre constantemente a maior dor que um ser humano pode suportar, que causa uma agonia pior do que um parto, amputação de membro, osso quebrado, até mesmo um câncer.

A jovem é obrigada a usar pacotes de gelo amarrados ao joelho para diminuir a dor, Paige garante que só consegue dormir 4 horas por noite. “Essa doença arruinou a minha vida social. É muito difícil para mim por exemplo ir ao cinema ou ir sair à noite porque a minha perna tem que estar sempre numa determinada posição, senão é um sofrimento atroz. Para dormir tenho que usar uma almofada de gravidez para garantir que o joelho não sai do lugar, e envolvê-lo com sacos de gelo", explicou a jovem ao jornal britânico The Mirror

Tudo começou em 2011, quando foi operada do joelho "Os médicos descobriram que todos os nervos daquela zona tinham sido afetados pela operação, e isso desenvolveu esta doença", recordou Paige, que foi obrigada deixar os estudos.

Quando começou a realizar tratamento com oxigénio hiperbárico, Paige começou a sentir mais alívio na dor, porém para um resultado mais efetivo a jovem teria que realizar os tratamentos pelo menos três vezes por semana. “Neste momento não consigo fazer porque o hospital ainda fica muito longe para mim e eu não tenho capacidade financeira para pagar as viagens para o resto da vida. Tenho esperança de que consiga comprar a minha própria câmara e fazer a terapia em casa", disse.

a sentir a dor muito mais aliviada e o seu estilo de vida a melhorar. No entanto, para que tal tivesse resultado, a jovem teria que realizar os tratamentos pelo menos três vezes por semana. "Neste momento não o consigo fazer porque o hospital ainda fica muito longe para mim e eu não tenho capacidade financeira para pagar as viagens para o resto da vida. Tenho esperança de que consiga comprar a minha própria câmara e fazer a terapia em casa", afirmou a britânica.

Caso a jovem não consiga angariar fundos para comprar a câmara, ela terá que amputar a perna.

 

 

 

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