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Afastada de escudeiros, Marina deve assumir pré-candidatura a presidente

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SÃO PAULO - Afastada de parte de seus mais fieis escudeiros em disputas anteriores, deve encerrar o seu “ciclo de reflexão” neste sábado e assumir a , em reunião da direção nacional da, em Brasília. A ex-senadora faz mistério sobre a sua posição, mas aliados que conversaram com ela nos últimos dias apostam em um “sim” da terceira colocada da última disputa presidencial.

As direções estaduais da Rede aprovaram na semana passada um apelo para que Marina se declare pré-candidata. Os aliados avaliam que, com o anúncio da pré-candidatura, a ex-senadora terá mais condições de entrar no debate político nacional e negociar a construção de alianças para a disputa de 2018.

Integrantes da Rede acreditam que podem conquistar o apoio do PSB, PPS, PV e Podemos. Mas essas legendas também estão no radar dos demais pré-candidatos, o que pode tornar complicadas as negociações.

Além da dificuldade de obter aliados, a ex-senadora inciará a sua terceira campanha presidencial distante de, pelo menos, quatro de seus mais próximas apoiadores em outras disputas: a educadora Neca Setubal, o empresário Guilherme Leal, o ambientalista João Paulo Capobianco e o ex-deputado federal Walter Feldman. Nenhum rompeu com a ex-senadora, mas todos se afastaram nos últimos anos. Neca, coordenadora do programa de governo na campanha de 2014, se sentiu incomodada por ter virado o principal alvo de Dilma Rousseff. A petista destacava o fato de ela ser integrante da família que controla o Banco Itaú. Leal, sócio da Natura, também se incomodou com a exposição que teve ao ser vice de Marina, em 2010.

Já Capobianco, coordenador da campanha de 2010 e um dos principais auxiliares em 2014, teve a relação com Marina desgastada na última disputa e abandonou as atividades políticas. Principal coordenador da candidatura de Marina em 2014, Feldman trocou a política pelo futebol ao assumir, ainda em 2014, o cargo de secretário-geral da CBF.

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