BRASÍLIA – A Advocacia Geral da União recorrerá o mais “rápido possível” da liminar que afastou Moreira Franco do cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República. A decisão foi motivada por uma ação popular apresentada à Justiça Federal do Distrito Federal.
Em plena atuação como ministro, Moreira tem um evento agendado para a manhã desta quinta-feira na Caixa Econômica Federal.
Na decisão, o magistrado ressaltou que Moreira Franco foi mencionado na delação premiada da Odebrecht, que foi homologada três dias antes da nomeação. Se houver pedido de abertura de inquérito contra o ministro, ele não será investigado na primeira instância do Judiciário, mas no Supremo Tribunal Federal (STF), por conta do foro privilegiado.
A medida que suspende Moreira tem como base uma ação popular, com pedido de medida liminar, proposta pelos cidadãos Rafael Augusto Batista Juliano, Gianmarco Loures Ferreira e Fernando de Moura Coelho.

