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Após checagem final, presidente do TSE reforça confiança nas urnas eletrônicas

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Após checagem final, presidente do TSE reforça confiança nas urnas eletrônicas
Após checagem final, presidente do TSE reforça confiança nas urnas eletrônicas
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BRASÍLIA - A um dia da eleição, os presidentes do Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ), ministra Rosa Weber , do Supremo Tribunal Federal ( STF ), ministro Dias Toffoli e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge,discursaram sobre a segurança dasurnas eletrônicas e do sistema de votação brasileiro e ressaltaram que a maioria da população defende a democracia como forma de governo . Os três falaram após o evento em que foi realizada no TSE a última checagem dos sistemas utilizados para o registro e a totalização dos votos das eleições deste domingo.

— O recado que eu passo aos brasileiros é que amanhã teremos eleições em clima de tranquilidade, com toda nossa confiança em nosso sistema eletrônico de votação e de transmissão de dados. O evento de hoje é mais uma etapa na linha da absoluta transparência com relação ao sistema eleitoral vigorante no país, com minha palavra de confiança. Confiança, esperança e o desejo de um excelente voto a todos — afirmou a ministra Rosa Weber, logo após a cerimônia de checagem de assinaturas digitais dos programas das urnas.

Após a checagem, que não constatou nenhum problema, os sistemas são oficializados para serem utilizados na votação deste domingo.

Após o evento, o presidente do STF ainda lembrou a recente pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira, que mostra que para 69% da população a democracia é a melhor forma de governo.

— Isto é muito importante, o povo acreditar que o melhor regime é este, o Estado Democrático de Direito, parabéns ao povo brasileiro — disse Toffoli que afirmou ainda que as eleições devem ser tranquilas.

Na mesma linha, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, reforçou que o sistema de votação é seguro e vai garantir que o desejo da população seja atendido. 

— As pessoas precisam acreditar que o sistema democrático não só funciona, mas como está sendo garantido pela Justiça Eleitoral. A cerimônia atraiu organismos independentes que vieram analisar a higidez do sistema eleitoral. O Brasil precisa se orgulhar de ter uma Justiça Eleitoral tão sólida que funciona diuturnamente cumprindo prazos para que no dia das eleições todas as questões estejam resolvidas e a urna eletrônica funcione adequadamente e de forma segura. Não é fácil atingir esse ponto de maturidade que o TSE atingiu. Mas atingiu a ponto de debelar todas as mazelas de fraudes que o Brasil apresentava em anos passados, e hoje com a urna eletrônica isso não mais acontece — ressaltou a chefe da PGR.

Antes da cerimônia realizada nesta manhã no TSE, a presidente da Corte Eleitoral recebeu 38 autoridades estrangeiras representando 16 países, além do Parlamento do Mercosul, a União Interamericana de Organismos Eleitorais, e da ONG Transparência Eleitoral que também acompanham as eleições deste ano no país. 

— Nosso sistema eletrônico é ágil, seguro, confiável e, sobretudo, aditável. Há condições de auditagem como já ocorreu, sem que se tenha sido constatado um caso sequer de fraude. Esse aspecto é muito importante para tranquilizar os brasileiros de que sua manifestação de vontade vai ser refletida e contabilizada exatamente na medida em que foi depositada na urna — disse a presidente do tribunal.

Participaram da cerimônia, além dos representantes do Judiciário e do Ministério Público, o diretor-geral da Polícia Federal Rogério Galloro, quatro representantes da missão internacional da Organização dos Estados Americanos (OEA) que acompanhará o pleito no Brasil, e representantes de três partidos políticos: PSDB, PRB e PPL. Todos os partidos foram convidados para a cerimônia, que atestou que os programas utilizados pelos TREs nos estados é o mesmo que foi assinado digitalmente e enviado para todas as unidades da federação quando as urnas foram lacradas, no dia 6 de setembro. No caso dos eleitores que moram no exterior, a contabilização dos votos é feita por meio do sistema instalado no TRE-DF, que também passou pela checagem.

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