BRASÍLIA — A defesa de Roberta Funaro, irmã do doleiro , pediu ao ministro , do Supremo Tribunal Federal (), a revogação da prisão domiciliar dela seja revogada. Os advogados de Roberta argumentam que a medida cautelar não é mais necessária após o , e homologada pelo próprio Fachin.
“Já houve acordo de colaboração premiada por parte do irmão da Peticionante (Lucio Bolonha Funaro), devidamente homologado por Vossa Excelência, portanto, afastou-se integralmente, até mesmo em tese, um eventual receio de reiteração delitiva como fundamento que outrora sustentou o pedido da prisão preventiva”, diz um trecho do pedido, que inclui também a devolução do passaporte dela.
, durante a Operação Patmos, deflagrada a partir da delação premiada de executivos da JBS, após ter sido filmada dinheiro em nome do irmão. Em maio, , pelo fato de Roberta ter uma filha de 3 anos.
A prisão de Roberta foi , preso desde julho de 2016, de realizar uma delação. Quem o conhece bem garante que o operador financeiro se preparava, emocionalmente, para suportar pelo menos uns três anos em regime fechado e mais alguma coisa em semi-aberto até progredir, com sorte, para a prisão domiciliar.

