Os cultos religiosos foram retirados da lista de serviços essenciais em meio a pandemia de coronavírus. A determinação foi do juiz federal Manoel Pedro Martins de Castro Filho e atende a um pedido do Ministério Público.
Por enquanto, a decisão é temporária. Os cultos haviam sido incluídos em um decreto pelo presidente Jair Bolsonaro, no dia 20 de marco.
Segundo o site de notícias Globo, o MP considera que essas atividades não possuem os requisitos necessários para ser incluída na lista e vai contra as recomendações da OMS de evitar aglomerações.
Os serviços considerados essenciais são aqueles que podem continuar em funcionamento durante a crise.

