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Gabinete de Fachin diz que sigilo da delação de Funaro não foi retirado

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BRASÍLIA - O gabinete do ministro , do (STF), informou que o sigilo da delação premiada do doleiro não foi retirado. A divulgação de vídeos de depoimentos do delator provocou uma crise entre a defesa do presidente Michel Temer e o presidente da Câmara, (DEM-RJ). O advogado de Temer, se referiu à divulgação como vazamento "criminoso", mas os vídeos foram disponibilizados no site da Câmara, que alega ter recebido a documentação do STF sem indicação de sigilo.

Maia contou que teve uma reunião com Fachin e a presidente do STF, Cármen Lúcia, para verificar qual material seria sigiloso. Ele afirma que a decisão do ministro foi cumprida pela área técnica da Câmara e que o material foi liberado de acordo com o que foi recebido da Corte. O presidente da Câmara reclamou da declaração do advogado.

Carnelós divulgou uma nota afirmando que não quis imputar crime a Maia. Ele disse que desconhecia o fato de os vídeos estarem disponíveis no site da Câmara quando criticou a divulgação.

"Jamais pretendi imputar ao Presidente da Câmara dos Deputados a prática de ilegalidade, muito menos crime, e hoje constatei que o ofício encaminhado a S. Ex.ª pela Presidente do STF, com cópia da denúncia e dos anexos que a acompanham, indicou serem sigilosos apenas autos de um dos anexos, sem se referir aos depoimentos do delator, que também deveriam ser tratados como sigilosos, segundo o entendimento do Ministro Fachin, em consonância com o que tem decidido o Supremo Tribunal", escreveu a defesa de Temer.

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