Para Haddad, o Brasil está ainda "muito atrasado em relação a tudo" e a procura agora é avançar "em busca do tempo perdido" e do atraso de uma série de mecanismos modernos que estão à disposição para a realização da transição ecológica. O ministro comemorou também a aprovação na quarta-feira, 4, pelo Senado da criação do mercado de carbono do Brasil. Ele citou trabalhos do Ministério sobre taxonomia e green bonds.
"Já no primeiro ano de governo vamos endereçar uma série de questões muito atrasadas", reforçou. Ele destacou que o Plano de Transição Ecológica tem mais de cem ações e que incide sobre todos os ministérios, citando o Plano Safra como exemplo.

