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Médico processado por diagnosticar "falta de ocupação" em paciente

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Uma dona de casa relata que foi destratada por um médico, no bairro Nova Veneza, nesta última terça-feira, depois que foi diagnosticada com “falta de ocupação”.

O caso aconteceu com Thaynara de Oliveira Cruz, de 19 anos, abriu um boletim de ocorrência por humilhação contra um médico da rede municipal de Sumaré, interior de São Paulo.

A mulher se queixava de dores de cabeça e problema de pressão arterial. O médico não fez nenhum tipo de exame a apenas perguntou se a paciente conhecia Dipirona e Paracetamol. Thaynara  disse que sim e que as medicações não estavam fazendo efeito.

O médico ironicamente perguntou sobre sua profissão.

 “Perguntou se eu trabalhava, eu disse que cuidava do meu filho e ele disse que era falta de ocupação o que eu tinha”, afirmou a paciente. O médico registrou o “diagnóstico”, inclusive, no prontuário.

Diante da humilhação, a jovem foi com o marido, no mesmo dia, ao 1º DP da cidade e abriu o boletim de ocorrência por humilhação. Ela disse que pretende ainda mover uma ação por danos morais.

Até o momento, a prefeitura de Sumaré, responsável pela unidade, não se pronunciou sobre o caso.

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