O pastor preso pelo assassinato de Luane Costa da Silva, uma mulher trans, em um motel em Santos (SP), teria premeditado o crime, de acordo com a irmã da vítima.
Mylena Rios afirmou que Antônio Lima dos Santos Neto sabia estar em um ponto de prostituição de mulheres trans e mentiu ao alegar desconhecimento da identidade de Luane.
O pastor confessou o crime, afirmando que desistiu do encontro ao descobrir que ela era trans e culpou a vítima pelo ocorrido, alegando que houve uma luta quando tentou sair. Luane foi morta por estrangulamento na noite de terça-feira (22), segundo a perícia.
Antônio foi detido após retornar ao motel para buscar o celular esquecido no local.

