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Prêmio Faz Diferença: ‘É fundamental trabalhar a questão dos direitos humanos nas escolas’, diz professor

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RIO - Diretor da Escola Municipal Infante Dom Henrique, no bairro do Canindé, Zona Norte de São Paulo, Cláudio Marques Neto, considera que que, nesses tempos de radicalizações políticas e conflitos sociais, é ainda mais fundamental trabalhar a questão dos direitos humanos nas escolas. O projeto de integração de alunos estrangeiros e refugiados implantado na escola rendeu o Prêmio Faz Diferença na categoria Educação.

- O prêmio é um reconhecimento para todas as pessoas que, a despeito de toda uma lógica social adversa, continuam trabalhando no dia a dia na contracorrente desta lógica - avalia. - Os direitos humanos são uma garantia de vida para todos, que têm na palavra direito uma amplitude fundamental. Com isso, conseguimos fazer valer o grande sentido da modernidade, que é a reciprocidade no respeito a si e ao outro para o crescimento social humano numa coletividade.

Os projetos implantados por Claudio foram reconhecidos pela Unesco. Cerca de 20% dos 470 alunos do ensino fundamental da escola são estrangeiros.

A cerimônia da 15ª edição do Prêmio Faz Diferença acontece nesta quarta-feira no hotel Copacabana Palace, no Rio.

O prêmio, uma iniciativa do GLOBO em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), presta uma homenagem aos brasileiros, que, nas mais diversas áreas de atuação, serviram de inspiração para o país e o mundo em 2017. Foram três indicados em cada uma das 16 categorias. Os vencedores foram escolhidos pelos votos de jornalistas do GLOBO, de dirigentes da Firjan, dos ganhadores do ano passado e do público.

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