Uma estagiária identificada como Naima Orra, na época estagiária do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas, acabou descobrindo uma fórmula em que a cola atóxica é feita de bagaço de cana-de-açúcar e materiais descartados por empresas de celulose.
Uma pesquisadora do Laboratório Nacional de Nanotecnologia Rubia Figueiredo Gouveia iniciou uma pesquisa a fim de aprimorar o estudo e criar uma nova cola após ouvir relato de Orra.
Apenas um mês depois, a dupla chegou à fórmula final, patenteada no Brasil este ano. Com informações do site BBC Brasil.
