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Temer nega que inquérito seja motivo de cancelamento de viagem à Asia

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BRASÍLIA - O presidente negou nesta segunda-feira, por meio de nota, que tenha cancelado a viagem que faria pelo devido às do inquérito que apura supostas irregularidades em um decreto sobre regras para o setor portuário.

“O inquérito que inclui acusações contra o presidente tem 150 dias e pedido de prorrogação de mais 60, não sendo causa urgente que justifique mudança de agenda. Somente pessoas desinformadas sobre tal circunstância espalhariam versão tão inverossímil”, diz a nota da Secretaria Especial de Comunicação.

O texto não cita o depoimento de Maristela Temer, filha do presidente, que está marcado para esta semana.

Segundo a nota, o adiamento da viagem se deu “unicamente” porque, tendo em vista o calendário eleitoral, obrigaria os presidentes da Câmara e do Senado a também deixarem o país simultaneamente, “prejudicando votações importantes” no Congresso. Candidatos, Maia e Eunício teriam que viajar para não assumir a Presidência na ausência de Temer, o que os deixaria inaptos para disputar cargos eletivos.

O governo tem que votar e sancionar antes do dia 8 um projeto de lei que permite a liberação de R$ 1,16 bilhões no Orçamento do Fundo Garantidor de Exportações (FGE) para cobrir calote da Venezuela e de Moçambique ao Brasil. A medida visa evitar o calote do pais oferecidas a exportações em governos passados. “Isso traria imensos prejuízos a toda a economia brasileira’, justifica a nota.

Leia a nota na integra:

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