O ácido carnósico, presente no alecrim, pode bloquear a habilidade do Sars-Cov-2 de infectar células. É o que aponta uma pesquisa preliminar publicada em janeiro na revista Antioxidants.
O estudo feito pelo The Scripps Research, mostra que o ácido pode impedir a interação da proteína spike do coronavírus e a proteína receptora ACE2, ligação que permite a infecção nas células.
Estudos anteriores já haviam apontado que o ácido tem efeito inibidor de uma via inflamatória, ativa em casos de covid-19 grave. Os pesquisadores acreditam que o efeito pode ser benéfico no tratamento das sequelas pós covid, incluindo dificuldades cognitivas como o 'nevoeiro cerebral'.
Vale lembrar que o alecrim é famoso por seu efeito no combate a gripes e por ser um poderoso atiinflamatório, anti-hipertensor e cicatrizante.
Pode ser preparado por infusão, usando-se uma colher de chá de folhas em uma xícara de água quente. Tomar duas a três xícaras ao dia.
Contra feridas na pele, usa-se o pó das folhas secas pulverizadas sobre o local.
E para relaxar o corpo, pode-se banhar-se com o chá das folhas. Ferve-se três xícaras de chá de folhas em um litro de água por cinco minutos. Depois coa-se, deixa-se esfriar e mistura-se à água da banheira.
O óleo essencial de alecrim é usado na aromaterapia para promover o estimulo da circulação dos nervos, aliviar o esgotamento mental, promover limpeza no organismo. O óleo ainda é um ótimo remédio para dores de cabeça, e serve como um tônico para o coração por relaxar o sistema nervoso.

