Entre as principais propriedades medicinais da Mandrágora está o efeito sedativo e analgésico, por isso tradicionalmente era usada para combater transtornos do sistema nervoso.
Como pode causar alucinações, vômitos e desarranjos intestinais, é usada hoje somente na homeopatia, pois não pode ser ingerida “in natura”.

Não deve ser confundida com Podophyllum peltatum (Mandrágora americana), uma erva medicinal usual, frequentemente também chamada simplesmente de Mandrágora.
O uso da raiz da mandrágora vem de tempos remotos, sendo citada nos textos bíblicos em Gênesis e Cantares.




