Ele evitou responder qual será a sua posição no encontro do CMN em junho, uma vez que ainda não discutiu o tema com a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, e o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto - ambos formam com Haddad o trio de autoridades com direito a voto no CMN.
Haddad voltou a manifestar, contudo, preferência por uma meta contínua, ao invés do modelo atual no qual as metas são fixadas para cada ano-calendário. "Definir uma meta contínua para o BC perseguir é melhor e, quando estabelecida, raramente é mudada", defendeu. "Vejo meta contínua com bons olhos", acrescentou.
O ministro pontuou que os Estados Unidos discutem mudança de meta contínua em meio à quebra de bancos. Ele também voltou a pedir um debate técnico sobre o assunto.
