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BlackRock cobra empresas por falta de mulheres em conselhos

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NOVA YORK - A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, está pedindo explicações às empresas com poucas ou nenhuma mulher em seus conselhos, afirmando que grupos mais diversos tomam melhores decisões.

O grupo de administração de investimentos da firma enviou cartas nesta semana a todas as empresas do Russell 1000 com menos de duas mulheres na direção, cobrando justificativas a respeito de como a situação se alinha a suas estratégias de longo prazo e relatórios sobre os esforços para ampliação da diversidade nos conselhos. Há 367 empresas do Russell 1000 com menos de duas mulheres em seus conselhos, segundo dados compilados pela Bloomberg.

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“Independentemente do setor, da localização e do tamanho de uma empresa, acreditamos que a falta de diversidade no conselho mina a capacidade de tomar decisões estratégicas efetivas”, afirmou a BlackRock na carta assinada por Michelle Edkins, chefe global de administração de investimentos da gestora de ativos com sede em Nova York. Segundo a firma, um conselho diverso ajuda a empresa a atrair e reter funcionários.

Além disso, a BlackRock atualizou suas diretrizes de votação por procuração, adicionando uma cláusula segundo a qual espera que as empresas tenham pelo menos duas diretoras em seus conselhos.

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