Até esta terça, 107 chineses morreram por causa do vírus e mais de 4.400 pessoas confirmação da infecção na China, Tailândia, Hong Kong, Macau, Austrália, Singapura, Taiwan, EUA, Japão, Malásia, Coreia do Sul, França, Vietnã, Camboja, Canadá, Alemanha, Nepal e Sri Lanka registraram casos de infecção.
Sem grandes novidades sobre o avanço da doença, investidores realocaram a carteira e aproveitaram a forte queda para comprar ações com preço reduzido. O real também se recuperou e a cotação do dólar cedeu 0,35% a R$ 4,195. Na segunda, a forte valorização da moeda, tida como um ativo de segurança, levou a cotação a ultrapassar os R$ 4,23 durante o pregão.
Nos Estados Unidos, Dow Jones subiu 0,6%, S&P 500, 1% e Nasdaq, 1,5%. Na segunda, a queda dos índices acionários americanos foi mais reduzida, já que o país vive uma temporada de balanços que superaram as expectativas.
Segundo a Guide Investimentos, investidores estão atentos aos impactos da doença na economia. Segundo a agência de classificação de risco S&P, a China pode perder até 1,2 ponto percentual de seu crescimento econômico em 2020.
"No contexto atual, em que a economia global parece estar em franca desaceleração, os riscos trazidos pelo vírus tendem a ser exaltados. Em função disso, além dos novos desenvolvimentos sobre o tema, investidores irão avaliar atentamente dados econômicos para as maiores economias do mundo", diz relatório da Guide.
