As declarações foram dadas durante evento de prorrogação do Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto).
O ministro apontou que o setor aéreo demanda apoio. "Enquanto outros países apoiaram aéreas na pandemia, o Brasil não criou plano de investimentos ou reestruturação", disse.
Na segunda-feira, Costa Filho mencionou que o encontro das aéreas com Lula se daria pela preocupação com a recuperação do setor. "O presidente de fato quer ajudar nessa equação que vai desde o combustível, passando por linha de crédito, até a judicialização", afirmou o ministro na ocasião.
Agora, Costa Filho fala em alinhar primeiro os encaminhamentos internamente. As três principais companhias que atuam no mercado doméstico reclamam de questões financeiras.
Entre elas, a Gol está com o pior quadro e busca evitar a adesão à recuperação judicial.

