Para resolver o problema, Haddad disse que o governo federal, os bancos e o varejo estão "sentados em uma mesa" para discutir soluções. "Você tem um mecanismo que, se a parcela é paga em dia, você está salvo. Mas se tiver uma emergência qualquer, e estamos cheios de imprevistos na vida, e você não paga a parcela, você cai nesse juro absurdo. Como a pessoa vai pagar 400% ao ano? Não tem razoabilidade", questionou.
Haddad disse que a ideia é solucionar o problema a partir de uma transição para um sistema "mais saudável" do que esse. "Desde que me conheço por gente, o problema do cartão de crédito é cruel no Brasil", comentou.
