"Eu garanto que o salário mínimo não será mexido, enquanto eu for presidente da República", disse o presidente. "Eu não posso penalizar a pessoa que ganha menos."
Lula também voltou a criticar a desoneração da folha de pagamentos, cuja prorrogação foi vetada pelo governo, mas assegurada pelo Congresso Nacional.
O presidente defendeu uma política de desoneração que favoreça determinados setores por um período estabelecido. Ele afirmou, ainda, que a arrecadação diminuiu muito no Brasil.
"Quando vou desonerar a empresa, preciso saber se companhia vai manter estabilidade do emprego", disse Lula. "Me perguntou qual o direito de o Estado abrir mão de uma quantia de arrecadação para favorecer o empresário."

