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Exigência de passaporte de vacina em Diadema (SP) gera protestos no comércio

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A exigência do passaporte vacinal contra a Covid-19 determinada pela Prefeitura de Diadema por um mês virou alvo de grupos antivacina e protestos de comerciantes.

Para o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Diadema, José Roberto Malheiro, os clientes acabam indo fazer compra nas cidades vizinhas, como São Paulo e São Bernardo do Campo, quando não têm o comprovante de vacinação para apresentar.

"É uma forma de forçar a vacinação, mas poderiam fazer campanhas e pedir ajuda aos comerciantes. Em termos econômicos é péssimo. Muitos comércios estão lutando para se reerguer. O decreto veio em hora imprópria", diz Malheiro.

Nesta quinta (10), a prefeitura recuou da exigência para os supermercados após reunião com a Apas (associação paulista de supermercados), que se comprometeu a adotar campanhas de incentivo à vacinação no município. Com o relaxamento, o passaporte da vacina só será obrigatório nas praças de alimentação dos estabelecimentos.

De acordo com a prefeitura, a exigência, iniciada no dia 3 deste mês, já reduziu em 17% o número de pessoas com mais de 12 anos que não tinham iniciado a imunização contra o coronavírus.

Até esta quinta (10), Diadema alcançou 94,6% da população adulta com esquema vacinal completo e mais de 151 mil pessoas com a dose de reforço, incluindo a população da cidade e moradores de outros municípios.

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