A Fitch ainda destaca que o assassinato do candidato presidencial Fernando Villavicencio mostra os crescentes riscos políticos e de segurança.
Segundo a agência de avaliação de risco, houve um aumento nas incertezas políticas e nos desafios de governabilidade do país, que seguirão independente do resultado das próximas eleições. "A Fitch não prevê um progresso significativo da reforma para lidar com as questões fiscais e desafios de financiamento nos 18 meses restantes do mandato presidencial.
A Fitch normalmente não atribui Perspectivas a soberanos com classificação 'CCC+' ou inferior.
