"Todos os países precisam reduzir drasticamente as emissões para estabilizar temperaturas e tornar o desafio de adaptação mais gerenciável", disse. Segundo ela, para manter a meta de 1,5 grau de aquecimento viva, "precisamos cortar emissões pela metade até 2030". Para chegar lá, "recomendamos um aumento do preço do carbono, juntamente com investimentos verdes e ações para garantir uma transição justa entre e dentro dos países", afirmou.
Segundo Georgieva, países poderiam começar por mobilizar receitas aumentando a eficiência e redefinindo as prioridades dos gastos públicos sempre que possível, por exemplo, substituindo os subsídios gerais aos combustíveis por medidas específicas para ajudar as pessoas mais vulneráveis. No lado internacional, um bom começo seria que as economias avançadas atinjam (ou excedam) a meta de fornecer US$ 100 bilhões por ano em financiamento climático para países em desenvolvimento, apontou.
